sábado, 13 de junho de 2015

SAUDE CAES E GATOS: VACINA GIARDIA

SAUDE CAES E GATOS: VACINA GIARDIA: VACINA CONTRA GIARDIA  VACINA CONTRA GIARDiA  A VACINA DE GIARDIA é feita em 2 doses de vacina com intervalo de 21 a 30 dias e depoi...

VACINA GIARDIA

VACINA CONTRA GIARDIA 

VACINA CONTRA GIARDiA
  1.  A VACINA DE GIARDIA é feita em 2 doses de vacina com intervalo de 21 a 30 dias e depois receber o reforço anual. Está provado que a vacina estimula o animal a resistir ao parasita, e desenvolver sintomas mais brandos da doença, sendo uma solução efetiva em longo prazo para o controle desta enfermidade parasitária, já que a imunidade natural contra Giárdia é de curta duração. 
  2. A Giardia é um protozoário que se hospeda no intestino, sendo comum em cães, gatos e humanos. O parasita interfere nos processos digestivos e atrapalha a absorção dos nutrientes. Todo animal infectado pela Giardia pode contaminar o homem. Nem sempre há sinais clínicos da contaminação, no entanto, alguns animais podem apresentar sintomas como diarreia com fezes aquosas ou pastosas de odor extremamente desagradável, vômito, debilidade, perda de peso e irritabilidade, dor abdominal, desidratação e pode evoluir para casos graves quando não tratada.



    Lembre-se que a PREVENÇÃO É SEMPRE O MELHOR REMÉDIO!

    segunda-feira, 1 de junho de 2015

    OSTEOSSARCOMA

      O osteossarcoma (OSA)ou sarcoma osteogenico e o tumor osseo de maior ocorrencia  em caes, sendo responsavel por mais de 85% das neoplasia com origem no esqueleto .o osa se caracterizada pela proliferaçao de celular mesenquimais primitivas malignas ,com diferenciaçao osteoblastica,que produzem osteiode ou osso imaturo,nao sendo esta matriz ossea de carater reativo ou metaplasico

    os caes de porte grande e gigante,de meia idade sao mais predispostos a desenvolverem a neoplasia. Dentre as raças cabem  citarmos o sao bernado , dinamarques , setter irlandes , dobermam , pastor alemao , golden retriever  e boxer  
    Em caes de pequeno porte ,uma hipoteses aceita que justificam sua rara ocorrencia e devido as placa epifisarias fecharem precocemente em relaçao ao mesmo processo em caes de porte grande .
           
                                                   SINAIS CLINICO


        O animal com OSA em esqueleto apendicular geralmente manifesta dor   , claudicaçao , tumefaçao , edema e fratura espontaneas .A presença de dor e devido amicrofaturas ou interrupçao do periosteo induzindos pela osteolise do osso cordical pela extensao tumoral do canal medular.
    o edema e facilmente visivel e ocorre devido a obstruçao linfatica do membroacometido.A dor e o edema podem apresentar inicios agudos , resultado em suspeita de afecçao ortopedicade origem nao neoplasica ,retardando consideravelmente o diagnostico e a terapia desta neoplasia .
    1. Sinais de afecçao sistemica ,como febre ,anorexia, ou perda de peso , sao  incomuns no estagio agudo da doença .podem ainda ser observadas ,em , alguns animais , anormalidades respiratorias associadas a metastase pulmonar.

    DOENÇA ORAL EM CAES E GATOS

                              DOENÇA PERIODONTAL
      A DOENÇA PERIODONTAL E UMA DOENÇA DE MAIOR PREVALENCIA EM CAES E GATOS COM IDADE ACIMA DE TRES ANOS.
            A GENGIVITE,INFLAMAÇAO DA GENGIVA ,E O PRIMEIRO SINAL DA DOENÇA,EM FASE SEM DESTRUIÇAO OSSEA ,SENDO ASSIM REVESSIVEL .SE ESTA NAO FOR TRATADA,PROGRIDE PARA PERIODONTITE,OCORRE DESTRUIÇAO DO PERIODONTO (OSSO ALVEOLAR E LIGAMENTO PERIODONTAL) E CONSEQUENCIAS PERDA DO ELEMENTO DENTAL.
             ALEM DE CAUSAR DESCONFORTO PARA O ANIMAL,HA FORTES EVIDENCIAS DE QUE O FOCO DE INFECÇAO NA CAVIDADE ORAL PODE AFETAR ORGAOS DISTANTES.
                        
                                 TRATAMENTO PERIODONTAL

        O TRATAMENTO PERIODONTAL CONSISTE NO COMBATE A PLACA BACTERIANA.A REMOÇAO DO CALCULO DENTARIO FACILITA A DESINFECÇAO IMEDIATA E DIFICULTA NOVO ACUMULO DE PLACA 
           
                       CINCO CATEGORIA RESUMEM O TRATAMENTO

    * TRATAMENTO PROFISSIONAL
    *TERAPIA ANTIMICROBIANA
    *CIRUGIA PERIODONTAL
    *PROFILAXIA
    *HIGIENE ORAL DIARIA


    RESUMO;A DOENÇA PERIODONTALE UMA DOENÇA QUE MAIS ACOMETEM CAES E GATOS COM IDADE ACIMA DE TRES ANOS PRIMEIRO SINAL E A GENGIVITE ,QUE SE NAO TRATADA LEVA A PERDA OSSEA, MOBILIDADE DENTAL E PERDA DO MESMO . A BUSCA PELA CONSCIENTIZAÇAO DOS PROPRIETARIOS PARA A IMPORTANCIA DA SAUDE ORAL E MUITO IMPORTANTE, UMA VEZ QUE NAO E APENAS ESTETICA E SIM UMA QUESTAO DE SAUDE GERAL E BEM ESTAR DO ANIMAL.


                  DOENÇA PERIODONTAL;TRATAMENTO PROFISSIONAL;CAES;GATOS;HIGIENIZAÇAO DIARIA.
    A DOENÇA PERIODONTALE UMA ENFERMIDADE QUE PODE SER EVITADA SE HOUVER INSTRUÇAO CORRETA DO PROPRIETARIO,INDICANDO METADOS  PROFISSIONAIS E AMADORES DESDE O PRIMEIRO ANO DE VIDA DO ANIMAL,ALEM DE TEMPO E DEDICAÇAO DO PROPRIETARIO PARA CONDICIONAMENTO DESTE PARA ACEITAR A MANIPULAÇAO ORAL DO MESMO  METODO CASEIRO PARA MANUTENÇAO DA SAUDE ORAL.


    domingo, 31 de maio de 2015

    Cinomose


    Cinomose

    Você sabia que a Cinomose pode matar? Conheça a doença, entenda seus sintomas e fique sempre atento ao seu cachorro. E lembre-se: sempre vacine seu cão.
     
     

    O que é Cinomose?

     
    É uma doença que acomete principalmente os cães mais jovens (antes de 1 ano de vida). Ela pode atingir vários órgãos, ou seja, é sistêmica, podendo atuar em todo o organismo. Às vezes cães mais velhos também podem ter Cinomose, normalmente porque não tomaram as vacinas necessárias ou porque estão com a imunidade baixa.
     
    É altamente contagiosa, sendo causada por um vírus que sobrevive por muito tempo em ambiente seco e frio, e menos de um mês em local quente e úmido. É um vírus muito sensível ao calor, luz solar e desinfetantes comuns e, leva quase sempre à morte tanto filhotes, porém os adultos também podem se contaminar se não vacinados. Não escolhe sexo ou raça, nem a época do ano.
     
     

    Transmissão e contaminação da Cinomose

     
    Ela se dá através de animais que se contaminam por contato direto com outros animais já infectados ou pelas vias aéreas quando respiram o ar já contaminado.
     
    Alguns animais doentes podem ser assintomáticos, ou seja, não apresentarem sintomas, porém estão disseminando o vírus para outros animais ao seu redor através de secreções oculares, nasais, orais ou pelas fezes, sendo que a principal fonte de transmissão é através de espirros, pois quando o animal espirra, elimina gotículas de água pelo nariz e estas gotículas estão contaminadas com o vírus. Este ato de espirrar pode contaminar cães sadios que estiverem por perto ou até mesmo um humano pode carregar o vírus nas suas roupas ou sapatos, sem se contaminar indo até um animal sadio, onde será depositado. Portanto, o cão pode se infectar por via respiratória ou digestiva, através de contato direto ou fômites (um humano, por exemplo) e até por água e alimentos que contenham secreções de animais contaminados.
     
    A cinomose é uma doença transmitida por um vírus altamente contagioso, família paramixovirirdae e gênero morbilivírus. É um vírus resistente. Ele prefere locais frios e secos, mas em lugares quentes e úmidos consegue sobreviver por um mês. É um vírus bastante agressivo e oportunista, que atinge principalmente os cães que estão com o sistema imunológico enfraquecido (filhotes, idosos ou fracos devido a alguma doença ou estresse).
     
    Os mais atingidos são filhotes de 3 a 6 meses de vida. Esse período coincide com a perda dos anticorpos maternos presentes no corpo do filhote (por isso é importante que a última dose da v10 seja feita aos 4 meses, e não aos 3 meses). Algumas raças tem mais chances de contrair cinomose, como Husky Siberiano,GreyhoundWeimaranerSamoieda eMalamutes do Alaska. Mas nenhuma raça está livre de contrair o vírus.
     
    A taxa de mortalidade da cinomose é de 85%, ou seja, apenas 15% conseguem sobreviver à doença. Muitas vezes o cão não morre da doença, mas fica com sequelas neurológicas tão graves que precisa ser sacrificado.
     
    A Cinomose não é uma zoonose, ou seja, não passa para as pessoas. Mas o contágio é muito fácil entre animais, por isso um cão com cinomose deve ficar completamente isolado de outros animais. Apesar de não passar o vírus pros seres humanos, as pessoas podem ajudar a espalhar o vírus, por exemplo, através da saliva de um animal contaminado em suas roupas. Por exemplo, uma pessoa visitou um abrigo onde tinha um animal com cinomose. Esse animal “babou” ou espirrou nas roupas da pessoa. Ela chega em casa e tem um cão filhote, ou um cão que está com o sistema imunológico debilitado (não tem como saber). Esse cão vem cheirar o dono pra recepcioná-lo e pronto, entra em contato com o vírus que está na roupa.
     
     

    Sintomas da Cinomose

     
    Depois que o animal foi infectado, ocorre um período de incubação de 3 a 6 dias ou até 15 dias, que é o tempo que o vírus leva para começar a agir dentro do organismo e fazer com que o cão apresente os sintomas. Após isso, o animal apresenta febre que pode chegar até os 41º C com perda de apetite, apatia (ficar quieto demais), vômito e diarréia, corrimento ocular e nasal. Estes sintomas iniciais podem durar até 2 dias.
     
    Após isso, o animal pode se apresentar com o comportamento normal, como se estivesse curado, passando uma idéia de que poderia ter sido acometido apenas de um mal estar temporário. Essa falsa idéia de que está tudo de volta ao normal pode permanecer por meses.
     
    Após isso, surgem os sinais patognomônicos (específicos), da cinomose e a intensidade destes sinais dependerão do sistema imune de cada animal.
     
    Dentre estes sinais típicos podemos citar vômito e diarreia, novamente o corrimento ocular e nasal e sinais de alteração do sistema nervoso como falta de coordenação motora (o animal parece estar “bêbado”), tiques nervosos, convulsões e paralisias.
     
    De acordo com o estado do sistema imunológico do animal como um todo, ele pode vir a óbito diante de apenas um só sintoma ou pode sobreviver desenvolvendo todos os sintomas, a todas as fases com prognóstico desconhecido.
     
    Pela ordem geralmente, os primeiros sintomas da segunda fase (aquela após meses em estado normal) são a febre, falta de apetite, vômitos, diarreia e dificuldade de respirar (dispnéia). Posteriormente, conjuntivite com muita secreção ocular, secreção nasal acentuada e pneumonia. Passada uma ou duas semanas, os sintomas neurológicos são apresentados. Diante destes sintomas, o cão pode ficar agressivo, tendo dificuldade em reconhecer seu dono, pois ocorre uma inflamação no cérebro. Pode ocorrer também uma paralisia dos músculos da face e diante disso o cão não consegue beber água, pois a paralisia não permite que ele abra a boca. As lesões cerebrais e medulares devido ao vírus podem causar paralisia no quarto posterior como se o animal estivesse “descadeirado”, ou apresentar incoordenação motora. Os sintomas tendem a piorar conforme os dias se passam, de forma lenta ou rápida, dependendo de cada animal, porém não regridem depois do vírus já estar devidamente instalado no organismo.
     
     

    Como identificar a cinomose

     
    O diagnóstico correto é muito importante para que o cachorro consiga se recuperar. Veja os sintomas mais comuns de cães infectados. Colocamos na ordem em que surgem conforme a evolução da doença:
     
    – Tosse
    – Espirros
    – Febril de semana que
    – Perda de apetite
    – Apatia (o cão não tem vontade de fazer nada)
    – Vômitos
    – Diarreia
    – Secreções nasais
    – Secreções oculares (conjuntivite)
    – Falta de coordenação motora (o cão parece estar “bêbado”)
    – Tiques nervosos
    – Mioclonias (contrações musculares involuntárias)
    – Convulsões
    – Paralisia
     
    Esses sintomas variam muito de cão pra cão e a evolução também depende de cada indivíduo. Não temos como prever os sintomas nem a velocidade do avanço da doença. Às vezes um cão que só apresenta os 4 primeiros sintomas já está em um estágio avançado. Isso varia muito.
     
    Um dos sinais neurológicos mais característicos da cinomose é a contração involuntária dos músculos. É um sintoma bem específico da Cinomose.
     
    Quando a cinomose chega a afetar o sistema neurológico dos cachorros (ou seja, o funcionamento do cérebro) o quadro já pode ser considerado muito grave. A partir desse momento, podem haver sequelas como o cão ter meningite, ficar paraplégico ou tetraplégico (perder o movimento das patas). Também pode evoluir para um estado de coma, que normalmente é seguido de morte em pouco tempo.
     
     

    Tratamento da Cinomose

     
    Um tratamento para o vírus da cinomose não existe. O que o médico veterinário pode fazer, após a confirmação através de exames laboratoriais que o animal contraiu o vírus, é tratar medicamentosamente dos eventos paralelos que o vírus causa. Por exemplo, o animal pode receber medicamentos para a febre, diarreia, vômitos, convulsões, secreções, mantendo o animal em um ambiente limpo e com temperatura agradável, realizando uma alimentação correta, melhorando, com isso, os sintomas, porém, não eliminando e nem combatendo o vírus em si. O prognóstico, mais uma vez, varia de acordo com cada animal. Os filhotes, por exemplo, possuem um prognóstico desfavorável de recuperação, possuindo alta taxa de mortalidade, pois seu sistema imunológico está desenvolvido, porém não está apto totalmente para combater todos os sintomas causados pelo vírus.
     
     

    Como prevenir a Cinomose

     
    Como o próprio nome já diz, a única forma de combater a cinomose é através da prevenção com o importante e indiscutível ato da vacinação.
     
    As vacinas contra cinomose disponíveis no mercado podem ser compostas pelo vírus atenuado, conhecidas como V8 e V10, utilizadas há muito tempo. Existem também as vacinas recombinantes, mais modernas, desenvolvidas para imunização de humanos e animais.
     
    No plano de vacinação, os cães podem ser vacinados a partir de 6 semanas de idade, ficando a critério do médico veterinário, pois se o animal estiver debilitado, fora de peso, com parasitose, a recomendação é de que seu estado físico possa ser restabelecido antes da vacinação.
     
    Os filhotes devem receber 3 doses desta vacina na primeira fase da vida. Posteriormente, os cães devem receber uma dose da vacina anualmente. Portanto, resumindo, são 3 doses, a primeira com 6 semanas de vida, após estas, fazer um reforço uma vez ao ano. E
     
    Portanto, é preciso deixar bem claro que a cinomose é um vírus que pode ser letal, que não possui cura e que cabe aos proprietários o dever de se realizar a vacinação dos seus cães de modo a prevenirem que os seus e os outros possam vir a contrair. Os cães não podem falar a língua dos humanos, necessitando, portanto, que nós, enquanto cidadãos responsáveis, façamos a parte que nos deve, colaborando para a saúde dos nossos amigos e também com a saúde pública de toda uma comunidade.
     
    Por isso sempre falamos, esteja sempre atento aos menores sinais de mudança de comportamento do seu cão. Conheça o seu cachorro e identifique se notar qualquer problema. Leve logo no Veterinário

    sábado, 30 de maio de 2015

    principais doenças de cães e gatos

    Principais doenças que acomentem cães e gatos



    Uva t
    PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETEM OS CÃES
    Raiva – A raiva é uma enfermidade infecto-contagiosa aguda, sempre fatal, caracterizada principalmente principalmente por sinais nervosos ora apresentados por agressividade, ora por paresia e paralisia. É causada por um RNA-vírus da família Rhabdoviridade e acomete todos os mamíferos, inclusive o homem. A transmissão se dá através dos próprios animais doentes e também por portadores inaparentes sendo introduzidos pela saliva via subcutânea para dentro do organismo do animal. É muito comum adquirir raiva após sofrer uma mordida de um animal.

    Parvovirose – É uma enfermidade infecto-contagiosa vírica. Causa febre, apatia, perda de apetite, vômitos e diarréia sanguinolenta; apresenta alta mortalidade. O cão desidrata rapidamente e deve receber cuidados imediatos. Muitos necessitam de internação, pois a doença aparece de forma abrupta e violenta. Esta doença tem prevalência mundial desde o final dos anos 70.
    Cinomose – É uma doença viral multi-sistêmica, altamente contagiosa que atinge os cães, não transmissível ao homem. Se manifesta principalmente por febre, coriza aguda, bronquite, pnemonia severa, gastrenterite e sinais de comprometimento do sistema nervoso central. Não necessariamente todos os sintomas estão presentes. O vírus da cinomose atinge vários órgãos: rins, pulmões e, principalmente, o sistema nervoso, daí os sinais do tipo “tiques”, andar cambaleante, ataques convulsivos, etc. Uma vez diagnosticada a doença através dos sintomas, histórico e exames laboratoriais, o animal recebe tratamento de suporte, dando condições para o organismo reagir.
    Parainfluenza – É um dos agentes causadores da chamada “tosse dos canis”. O vírus, não contagioso ao homem, causa uma tosse não produtiva (sem catarro), com febre baixa ou ausência dela. O quadro persiste por duas semanas e o prognóstico é bom. Os animais se contaminam pelo contato direto com cães infectados. A associação de outros agentes (bordetella, adenovirus ou mycoplasma) com a parainfluenza é comum, e pode causar um quadro mais severo, como perda de apetite, apatia, tosse dolorosa e febre alta.

    Hepatite Viral Canina – Esta doença é causada por um vírus que não atinge o homem. O vírus atinge principalmente os rins e o fígado do animal. Sua ocorrência é bem menos freqüente que outras viroses como a parvovirose, e a hepatite viral não apresenta risco de mortalidade alto. Seu período de incubação varia de 2 a 5 dias. O vírus atinge o fígado e outros órgãos, especialmente os rins. O animal pode apresentar desde sintomas leves até um quadro bastante severo. Os sinais clínicos incluem febre, diarréia, apatia, inapetência, vômitos amarelo-esverdeados, e, em uma pequena porcentagem de cães, alteração na cor dos olhos (que se tornam azuis devido a um edema de córnea) perfeitamente reversível na maioria dos casos. O tratamento se dá para a fortificação do organismo do animal a fim de que a doença não progrida e, conseqüentemente, não cause maiores conseqüências.

    Adenovírus Tipo II – É um dos agentes etiológicos da tosse dos canis (traqueobronquite infecciosa).

    Leptospirose – É uma enfermidade infecto-contagiosa aguda, febril, com grave sintomatologia entérica, hepática e renal, muitas vezes acompanhada de hemorragias generalizadas e icterícias (amarelidão na pele e na esclerótica), causada por L. interroganas, sorotipos canicola e icterohaemorragiae, Lpomana, L. gippotyphosa, algumas vezes ocorrem sinais encefálicos e abortos. Também é uma zoonose (doença comum entre o homem e o animal).
    Coronavírus – É uma doença contagiosa aguda dos cães, causada por um vírus epiteliotrópico que invade preferencialmente os enterócios (células do epitélio intestinal das pontas vilosas, causando destruição e atrofia). A fusão dos vírus resultantes causa diarréia de severidade variável.
    Giardíase – É uma doença causada pelo protozoário flagelado, Giardia Lambila. O cão infecta-se facilmente ingerindo cistos de Giárdia, que podem estar presentes na água, nos alimentos ou no pêlo dos animais. A Giardíase causa a síndrome da má absorção, má digestão, levando à desidratação, diarréia, perda de peso, dor abdominal e flatulência. Além de perda de apetite, vômito e letargia.
    Tosse dos Canis – É uma doença de fácil transmissão entre os cães de todas as idades. Resulta da inflamação das vias aéreas superiores (traqueobronquite). O animal apresenta tosse seca que pode ser seguida de ânsia ou vômito e anorexia parcial. Pode evoluir para broncopneumonia e ser fatal em cães filhotes e idosos.
    PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETEM OS GATOS
    Rinotraqueite – Virar Felina – Herpesvírus felino tipo I altamente contagioso, ocorrendo principalmente em gatinhos entre um e três meses de idade. A doença pode passar despercebida ou assumir forma grave, matando o filhote em cerca de uma semana, devido a ocorrência de pneumonia. Os sintomas incluem conjuntivite, lacrimejamento, espirro, tosse e rinite serosa, anorexia, febre e apatia.
    Imunudeficiência Felina – Esse vírus que ataca os linfócitos T. possui um período latente assintomático prolongado que pode se estender por anos que resulta na síndrome de imunodeficiência caracterizada por infecção crônicas e recorrentes. A mordedura é o principal modo de infecção do vírus.
    Leucemia Felina – Retrovírus de importante morbidade e mortalidade nos gatos domésticos. Sua transmissão se dá principalmente pela saliva. O vírus se mantém na natureza através de gatos virêmicos que vivem longos períodos sem apresentar a enfermidade. As manifestações clínicas são atribuíveis aos efeitos oncogênicos e imunossupressivos do vírus, com desenvolvimento de baixa da imunidade expondo o gato às mais diversas infecções.
    Panleucopenia Felina – É uma enfermidade infecto-contagiosa aguda, febril, caracterizada principalmente por sinais gastroentéricos e panteucopenia. Ela é causada por um Parvovírus, e acomete principalmente gatinhos entre um e seis meses de idade. A transmissão se dá por contato direto ou através de fômites e vetores. Os sintomas são caracterizados por apatia, anorexia, febre alta, vômito e diarréia. O exame hematológico mostra uma severa leucopenia. Possui uma altajmortalidade nos gatinhos filhotes.
    Clamidiose Felina – Causada pela Chalamydia psittaci, causadora de sintomas respiratórios dos gatos. Sua principal manifestação é uma conjuntivite persistente, mucopurulenta aguda ou crônica. Febre, rinite e espirros são observados.
    Calicivirose Felina – O agente causador é um calicivírus felino, acometendo principalmente gatos de um a seis meses de idade. A infecção pode apresentar úlceras orais que é muito característica do calcivírus, rinite suave com espirros e conjuntivite.

    CAIXA DE AREIA

    Um filhote é adestrado para o uso da caixa de areia com 5 ou 6 semanas de vida, aprendendo com sua mãe. Mas se ele não tiver aprendido você pode ajuda-lo. Cave um buraco com a pata dele e, depois, lhe mostre como cobrir o que foi excretado. Repita esse exercício 1 ou 2 vezes e, então, o filhote deve começar a fazer isso sozinho.
    Lembre-se que a caixa de areia deve ser facilmente acessível por seu filhote e ficar distante de seu comedouro e sua área de convívio.

    GATO FILHOTE

    Vermes, pulgas, carrapatos, etc.
    Endo e ectoparasitas podem afetar seu filhote. Existe tratamento; portanto, não hesite em buscar orientação do veterinário. Seu gato não é castrado? Não é tarde demais para realizar essa rápida intervenção cirúrgica — intervenção esta que prolongará consideravelmente a expectativa de vida de seu animal. 
    Uma estrutura forte
    Seu filhote tem apenas alguns meses para formar um esqueleto sólido; por essa razão, você precisa ter a certeza de que o alimento dele contém todas as vitaminas e os minerais necessários. 
    Vacinação
    Qualquer gato adulto ou filhote com mais de 16 semanas de vida submetido a uma vacinação inicial deve receber duas ou três doses das vacinas essenciais em um intervalo de 3 a 4 semanas. A revacinação de adulto é feita 1 ano depois do término da série inicial e, posteriormente, segue o protocolo recomendado por seu veterinário.